Se você chegou aqui é provável que esteja na dúvida sobre qual aço deve usar, aço carbono ou aço inox.
Continue lendo, pois neste artigo vamos citar quais são as principais vantagens do uso do aço inox.
A primeira coisa que você precisa saber é que o aço inox está muito a frente do aço carbono. E na maioria das vezes é possível substituir um pelo outro com inúmeras vantagens.
Quando o oxigênio encontra uma superfície de aço carbono, é inerente que ele encontre afinidade, por causa do ferro que está presente nessa superfície.
Nesse sentido, o aço carbono tende a gerar óxido de ferro, que é o temido ferrugem, que é um processo natural deste aço. Assim, a única forma de evitar a oxidação do aço carbono é criando uma barreira entre o oxigênio e a superfície.
E essa barreira pode ser pintura, galvanoplastia ou revestimento polimérico. Mas vale ressaltar, que esses processos além de não serem muito duradouros, são agressivos para o meio ambiente.
Qualquer um desses processos que seja escolhido não é simples e estão sujeitos a falhas do revestimento que possibilitam a entrada do oxigênio e a oxidação do material.
Já no caso do aço inox, temos uma situação bem diferente, pois quando o oxigênio encontra essa superfície ele não ultrapassa, visto que o cromo presente nesse aço forma uma camada aderente e estável.
Além disso, o custo-benefício é infinitamente maior, pois é mais durável e não necessita de nenhum tipo de revestimento ou pintura.
De acordo com estatísticas, o consumo de aço inox vem crescendo uma média de 7% ao ano, enquanto os outros aço diminuem.
O motivo pelo qual o consumo desse aço vem crescendo tanto é devido às suas vantagens, que são inúmeras.
Além do custo-benefício que já citamos acima, o aço inox possui mais algumas vantagens que vamos citar abaixo:
Você conhece as principais diferenças entre as famílias de aço inox? As principais famílias de aço inox são divididas por suas estruturas cristalina.
Essa estrutura é o arranjo atômico de cada material, sendo elas a ferrítica, a martensítica, a austenítica, a duplex e super-duplex e as endurecíveis por precipitação.
Porém, as principais e mais usadas são a ferrítica, a martensítica e a austenítica. Dentre elas a mais simples e mais conhecida é a ferrítica.
A ferrítica é uma estrutura de ferro, cromo e carbono e possui em torno de 12 a 18% de cromo na liga.
Essa família é destinada a aplicações mais simples como aplicação em pias, revestimentos, aplicações que não requerem grandes especificações técnicas.
É importante saber que o maior ponto de vulnerabilidade desses metais é a solda. Isso porque o aquecimento da solda faz com que ocorra um aumento dos grãos e pode ser um ponto de oxidação no caso de contato com alguns ácidos específicos.
Os martensíticos apresentam características químicas similares às dos ferríticos, porém os primeiros sofrem um processo de têmpera e isso faz com que ele adquira uma característica de dureza diferente da dos ferríticos.
Neste caso, as aplicações são mais voltadas para onde essa dureza é exigida, como para cutelaria, hastes de válvulas, bombas, facas, etc.
Essa família, é uma das que apresenta maior índice de aplicação nos mais diversos setores. Dessa forma, você encontra essa família na indústria alimentícia, óleo e gás, petróleo, sucroalcooleira, farmacêutica e nas mais diversas aplicações.
O grande diferencial dessa família é que ele possui adição de níquel, que é responsável por aumentar, principalmente, a resistência à corrosão, além de melhorar a ductibilidade do material.
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